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Se a vida é uma viagem, que seja fantástica, sensacional! Se é uma viagem, há que se ter um caminho, um percurso, um ponto de partida e um ponto de chegada… entre estes pontos, existem as experiências que desejam ser vividas, experienciadas… quais os caminhos até elas, sem desperdiçar o tempo ou se perder ao procurar? Sim, você precisa de um mapa de sua existência… 

Por que fazer o Mapeamento?

Não seria bom existir um GPS para a vida? Um tipo de dispositivo que nos desse nossa localização, os caminhos que temos, os pontos de interesse e como chegar até lá, a saber dos bloqueios e, principalmente, dos caminhos confusos e congestionamentos que nos impedem de sair, com determinação e segurança, de onde estamos. Isto, em resumo, é a proposta do mapeamento existencial, enquanto instrumento de uso prático para quem quer o melhor da vida.

O mais difícil não é explicar o mapeamento existencial, pois nada do que fizemos ou ainda fazemos é voltado para a metodologia, e sim para o indivíduo que busca o mapeamento, que precisa saber sobre as questões que andam a inquietar-lhe a alma, a vida e a forma de se perceber a existir, ou não.

O mais difícil, portanto, será lidar com o sentimento de desperdício de uma vida vivida, até então, sem se saber o que o mapeamento oferece, indica e possibilita. São informações que fazem toda diferença e permitem recuperar o que se deixou para trás, muitas das vezes a própria essência.

Muitos passam a habitar o universo do previsível, do esperado. Possuem uma carreira, uma família, bens, posição social, praticam uma forma de pensar sobre o divino, ou não, passam a buscar progredir, fazem de tudo o que esperam que façam de si e, ainda assim, se percebem cada vez mais longe de uma completude, de uma felicidade que imagina existir. Isso ocorre com todos, em dado momento da vida, cedo ou tarde.

Daí, vem a bifurcação, em que a primeira opção é seguir adiante, no “bom” caminho e enfrentar a realidade que se apresenta, com suas dores e frustrações, ou, como segunda opção, seguir por outro caminho, mas a consumir anestesias que atenuam ou eliminam as dores da própria verdade, mas tais anestesias são viciantes, limitadoras do pensamento, para que o indivíduo se mantenha aderente à ilusão de que a vida é mesmo apenas isso.

Parece que é tudo, mas não, pois ainda existem duas outras possibilidades. A terceira opção é ficar onde está, não se mover, se fazer invisível e deixar as coisas acontecerem, sem qualquer iniciativa para sair de onde se está, mesmo que as coisas piores progressivamente.

E, por fim, a última opção, é retornar, dar marcha a ré, sair desta estrutura em que deseja que todos se mantenham aderentes, presos, agarrados sem o desejar e defensores do sistema que existe para cercear a liberdade em sua máxima expressão. Assim, os que optam pela quarta opção são aqueles que buscam a transcendência à materialidade, desejam habitar sua própria vida interior, sua subjetividade, explorar sua essência mais distante da vida atual.

E tudo se resume ao modo de ser e ao modo de existir. Quando o modo de ser (íntimo, subjetivo) encontra conexão com o modo de existir (materializado, objetivo), a vida flui por que o modo de existir está substancializado, rico em possibilidades. Quando não existe esta conexão, por algum bloqueio ou demasiada concentração em algum dos pontos, a vida se complica e a miséria existencial acontece.

Mas, afinal, onde você está, realmente? É para isso que existe o Mapeamento!

– Mas, Leandro, de acordo com o que você disse, eu posso descobrir onde estou, e o que quero para a minha vida. Eu sei onde estou e para onde quero ir!

Será? Pois a confusão da mente se mescla com tantas contradições que nunca é possível descobrir o que está a acontecer conosco. É preciso ser um observador externo de nós mesmos… mas como sair de nós sem deixarmos de sermos o que somos?

Eis a impossibilidade do verdadeiro autoconhecimento, pois há um erro lógico quando os observados desejam ser observadores, pois os observados possuem falta de clareza e insuficiência de conhecimentos para saberem exatamente o que está a ocorrer, pois seus pensamentos influenciam tudo, de todas as formas. Por isso, há o mapeamento e o mapeador, que são figuras imprescindíveis no mapeamento. É preciso ter o mapa e é preciso trilhar seus caminhos com acompanhamento, a traduzir em possibilidades o que lá está apontado.

O Mapeamento dá o seu ponto de alocação existencial e isso é muito importante – pois é onde você “está”, em que condições está a existir e o que existe de características comuns neste seu ponto existencial atual com o que é “esperado”.

Pois, a bem da verdade, só é possível trilhar algum caminho se você tem conhecimento de onde está. Antes mesmo de saber para onde deseja ir, é preciso primeiro ter o conhecimento de onde se está. Pois, afinal, como se pode desejar chegar a algum lugar se não se sabe onde se está? Pense melhor sobre isso…

É famoso o trecho em que Alice, no País das Maravilhas, questiona o gato Cheschire sobre onde estará a saída (simbolicamente para seus problemas atuais – ou seja, na dimensão distópica em que se encontra). A resposta, sábia, diz que é preciso saber onde se deseja chegar, pois se não se sabe onde se deseja chegar, qualquer caminho é válido. E isto é verdadeiro, inteligente e bonito, mas não suficiente.

Pois, o mais importante, era primeiro Alice saber e descobrir onde realmente estava. Seria aquela dimensão distópica a verdadeira realidade? Seria, a sua vida anterior, “normal”, a alucinação que enfim acabara? O que é a verdade e a realidade? Percebe que saber onde se está e quem é você é o primeiro passo?

Imagina algum GPS atual, destes que temos em aplicativos ou mesmo em automóveis conseguir fazer algum caminho sem que saiba onde você está? Certamente já deve ter tido a experiência de estar no subsolo, em uma destas garagens subterrâneas e tenta programar o GPS para onde você deseja ir… mas o GPS não consegue calcular os caminhos, pois fica a procurar os satélites, sem saber onde se está – pois são os satélites que dão esta informação, com precisão, e em tempo real.

O Mapeamento faz o trabalho dos satélites: dá a sua localização e os caminhos possíveis, mas não todos. E também avisa sobre os bloqueis e dificuldades. Sim, primeiro é preciso saber onde se está, e isto é indiscutível para quaisquer planos que queira elaborar.

E, assim, temos à sua disposição uma metodologia, confiável e segura, para indicar sua exata localização existencial. Eis nosso objetivo ao buscar todo o desenvolvimento do mapeamento existencial, nestes mais de 20 anos de buscas pelos conceitos necessários à compreensão existencial da vida e nestes mais de 5 anos de desenvolvimento do processo de mapeamento.

E, agora, você pode saber onde está! E pode chegar onde deseja. O mapeamento aguarda por você.

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